
O governo de São Paulo afirmou nesta quarta-feira (5) que não haverá demissões de funcionários da Companhia Paulista de Transporte Metropolitano (CPTM). A declaração foi feita durante uma audiência de conciliação entre o sindicato da categoria, a CPTM e o estado.
Proposta de não demitir
Em comunicado oficial, o governo estadual reforçou que, contrariando alegações do sindicato, nenhuma demissão está em curso na CPTM em decorrência do processo de concessão das linhas.
Dos 4.648 funcionários empregados em junho de 2026, 2.171 seguem atuando na Linha 10-Turquesa. Os demais serão realocados para outros órgãos estaduais, como o Metrô, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp).
Contexto da greve
A manutenção dos empregos é uma das principais reivindicações dos trabalhadores e motivou a greve que paralisa parcialmente as linhas 11, 12 e 13 da CPTM há dois dias.
Essas linhas foram concedidas à empresa Trivia Trens em julho. Logo no início da operação privada, ocorreram problemas técnicos graves, incluindo um incêndio em uma composição com passageiros. Diante da situação, o governo do estado retomou a operação das três linhas privatizadas com funcionários da CPTM, em uma intervenção com duração de 90 dias.
Decisão dos trabalhadores
Os funcionários da CPTM realizam uma assembleia na tarde de hoje para deliberar sobre a aceitação da proposta do governo e o consequente fim da greve.
Com informações da Agência Brasil








