
Uma empresa de ônibus que opera em São Paulo tornou-se alvo de uma investigação judicial devido a suspeitas de ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A apuração também identificou graves inconsistências no capital social da companhia, que teria crescido de cerca de R$ 100 mil para mais de R$ 50 milhões sem uma justificativa plausível para a origem dos recursos.
Medidas judiciais e intervenção na operação
Diante das descobertas, o Poder Judiciário determinou o afastamento de toda a diretoria da empresa. Além disso, foram autorizadas medidas para que a prefeitura de São Paulo intervenha na operação dos ônibus. O objetivo é garantir a continuidade do serviço, que no ano passado recebeu mais de R$ 300 milhões em repasses.
Sequestro de bens e bloqueio de ativos
A Justiça ordenou o sequestro de R$ 194 milhões em contas bancárias ligadas aos investigados. Esse valor pode alcançar a marca de R$ 30 bilhões. Como parte das ações, também foi determinado o bloqueio de 21 imóveis, 117 veículos e três embarcações pertencentes aos envolvidos.
Com informações da Agência Brasil








