
O deputado estadual do Rio de Janeiro, Thiago Rangel, foi preso nesta terça-feira (23) em uma operação conjunta do Ministério Público e da Polícia Civil. A ação, denominada “Operação Unha e Carne”, investiga supostas fraudes em contratos firmados pela Secretaria de Educação do estado.
Revisão na Secretaria de Educação
Em resposta às investigações, a Secretaria Estadual de Educação informou que está realizando uma revisão administrativa em todos os procedimentos relacionados a obras de manutenção e reparo nas unidades da rede estadual. Uma das medidas adotadas foi a definição de um teto de R$ 130 mil para intervenções consideradas de manutenção e pequenos reparos.
A resolução segue as diretrizes da nova Lei de Licitações, 14.133. Obras que ultrapassem esse valor serão tratadas como intervenções de maior porte e ficarão a cargo da Empresa de Obras Públicas (Emop-RJ).
A pasta declarou ainda que está colaborando ativamente com o Ministério Público Estadual, o Tribunal de Contas do Estado e outros órgãos de controle.
Defesa de Rangel nega irregularidades
Em nota oficial, a defesa do deputado Thiago Rangel afirmou que ele nega a prática de quaisquer ilícitos e que prestará todos os esclarecimentos necessários à investigação. “A defesa ressalta que qualquer conclusão antecipada é indevida antes do conhecimento integral dos elementos que fundamentaram a medida”, declarou.
Mais informações sobre a operação podem ser encontradas no programa Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil.
Com informações da Agência Brasil








