
O Governo do Amazonas, através do Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais, apresentou nesta quarta-feira (06/05) o boletim semanal com as atualizações sobre a cheia no estado. O informativo detalha os sistemas de monitoramento e as ações em curso para amparar a população atingida.
Municípios em Situação Crítica
De acordo com os decretos municipais, 16 cidades amazonenses encontram-se em situação de emergência devido às inundações. São elas: Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Boca do Acre, Canutama, Carauari, Eirunepé, Guajará, Ipixuna, Itamarati, Juruá, Jutaí, Lábrea, Santo Antônio do Içá, Tabatinga, Tapauá e Tonantins.
Alerta e Atenção
Outros quatro municípios estão em nível de alerta: Amaturá, Envira, Pauini e São Paulo de Olivença. Adicionalmente, 31 cidades estão em situação de atenção, indicando a necessidade de vigilância contínua.
Os municípios em atenção são: Alvarães, Anamã, Anori, Apuí, Barreirinha, Beruri, Boa Vista do Ramos, Borba, Caapiranga, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Fonte Boa, Humaitá, Iranduba, Japurá, Manaus, Manacapuru, Manaquiri, Manicoré, Maraã, Maués, Nhamundá, Nova Olinda do Norte, Novo Aripuanã, Parintins, São Sebastião do Uatumã, Tefé, Uarini e Urucará.
Normalidade e Impacto Humano
Conforme os dados da Defesa Civil do Amazonas, 11 municípios permanecem em condição de normalidade. Até o momento, a estimativa aponta para 158.411 pessoas afetadas pelas inundações em todo o estado.
Ações de Apoio e Monitoramento
A Defesa Civil do Amazonas já distribuiu 125 kits de purificadores de água do projeto Água Boa para 21 municípios, visando combater a crise hídrica. Os municípios beneficiados incluem Amaturá, Apuí, Benjamin Constant, Boa Vista do Ramos, Boca do Acre, Careiro da Várzea, Codajás, Eirunepé, Envira, Fonte Boa, Iranduba, Isabel do Rio Negro, Itacoatiara, Jutaí, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Santo Antônio do Içá, São Sebastião do Uatumã, Tonantins, Urucará e Urucurituba.
O monitoramento da cheia é realizado continuamente pelo Centro de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil, que acompanha os níveis dos rios. O Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais segue atuante para mitigar os impactos da cheia na população.
Com informações da Agência Amazonas








