
A Biblioteca Pública do Amazonas será palco, neste sábado (25/04), às 15h, para mais uma atividade da Jornada Literária: o encontro do clube de leitura “Os Rejeitados”. O evento tem como objetivo promover uma discussão aprofundada sobre a obra “Os Nomes”, da autora Florence Knapp, reunindo leitores para refletir sobre as temáticas centrais da narrativa em um ambiente de troca e construção coletiva de conhecimento.
Jornada Literária incentiva a leitura em Manaus
A programação na Biblioteca Pública do Amazonas, localizada na rua Barroso, s/n, no Centro de Manaus, faz parte da Jornada Literária. A iniciativa, promovida pelo Governo do Amazonas por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, busca incentivar a leitura, formar público e valorizar as bibliotecas como espaços de convivência e produção cultural ao longo do mês de abril.
Coletivo ‘Os Rejeitados’ media debate
O encontro será mediado pelo coletivo “Os Rejeitados”, um grupo de jovens que idealizou o clube de leitura para estimular o hábito de ler e criar uma comunidade engajada na discussão literária. O grupo visa promover o diálogo entre leitores, autores e obras contemporâneas, ampliando o acesso à literatura de forma crítica e participativa.
Leitura como ferramenta de conexão social
Durante a atividade, os participantes analisarão diferentes aspectos da obra, compartilhando interpretações e percepções sobre o livro. A proposta é estimular a leitura crítica e o pensamento reflexivo, além de fortalecer o intercâmbio de ideias entre os integrantes do grupo.
Angela Beatriz Simplicio, integrante do clube, destaca a expectativa positiva para o evento. “Nós acreditamos que atividades como essa, em torno de um livro e realizadas em um espaço simbólico como a Biblioteca Pública, ajudam a reconectar as pessoas com uma dimensão que muitas vezes fica apagada pela correria do cotidiano: o pensamento crítico e a prática do diálogo coletivo”, afirma.
Ela também ressalta o poder da literatura como prática compartilhada, capaz de aproximar pessoas e exercitar a escuta e a fala. Angela enfatiza a importância de democratizar o acesso à leitura, combatendo a visão de que a literatura é uma prática elitizada.
“Quando levamos essas discussões para o coletivo, mostramos que a literatura pode e deve ser um espaço de troca, pertencimento e construção conjunta”, completa.
Com atividades gratuitas e abertas ao público, a Jornada Literária continua a movimentar os espaços culturais de Manaus, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso ao livro e à leitura.
Com informações da Agência Amazonas








