
O nível do Rio São Francisco ultrapassou a cota de alerta em um determinado trecho, gerando preocupação para as cerca de 150 mil pessoas que residem em quatro cidades ribeirinhas afetadas pela cheia. Apesar do aumento expressivo das águas, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) classifica como moderada a possibilidade de enxurradas, entupimento de córregos e alagamentos em áreas com deficiência de drenagem.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) apresentou dados que indicam uma perspectiva mais amena em grande parte do curso do rio. Segundo o órgão, em mais da metade das estações de monitoramento instaladas ao longo do São Francisco, a previsão é que o nível das águas se mantenha abaixo da cota de alerta, sem que haja probabilidade iminente de inundações.
Período de chuvas e monitoramento contínuo
A temporada de chuvas na Bacia do Rio São Francisco teve início em novembro e tem previsão de se estender, no mínimo, até o mês de março. Esse período é crucial para o acompanhamento das condições hídricas e a atuação preventiva dos órgãos de defesa civil.
Alertas e recomendações
As autoridades reforçam a importância de a população estar atenta aos comunicados e alertas emitidos pelos órgãos competentes. O monitoramento contínuo visa antecipar possíveis ocorrências e minimizar os impactos das cheias, especialmente em áreas mais vulneráveis.
Com informações da Agência Brasil







