
Um elefante-marinho (Mirounga leonina) tem sido o visitante inusitado das praias de Alagoas desde o dia 11. O animal foi avistado nas praias de Ipioca e Garça, em Maceió, e em Barra de Santo Antônio, em Paripueira. O Instituto Biota de Conservação acompanha o mamífero marinho, que está em um processo natural de mudança de pelagem.
Processo natural de muda de pelagem
De acordo com o Instituto Biota, a troca de pelos, que é comum na espécie, pode durar de uma a quatro semanas. Durante esse período, o elefante-marinho busca repouso nas praias para completar o processo. O instituto assegura que o animal não está doente e não necessita de intervenção.
Monitoramento e alerta à população
A bióloga do instituto, Waltyane Bonfim, informou à Agência Brasil que o animal tem se deslocado pelo litoral de Alagoas no sentido sul desde que foi avistado. A equipe de monitoramento atua para garantir que o elefante-marinho não seja perturbado, pois a curiosidade das pessoas pode levá-las a tentar se aproximar.
O Instituto Biota lançou um alerta pedindo à população que respeite o espaço do animal e permita seu descanso. Tocar, afugentar, alimentar, perseguir ou interagir com o elefante-marinho são consideradas ações de moléstia e podem prejudicar o comportamento natural do bicho.
Campanha para batizar o animal
Na última terça-feira (20), o instituto iniciou uma campanha em sua página nas redes sociais para que o público sugira um nome para o elefante-marinho. As sugestões puderam ser enviadas até o final da manhã de quarta-feira (21).
Com informações da Agência Brasil







