
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil Municipal (Sepdec), apresentou as ações preventivas e de monitoramento em seu 3º Alerta de Cheias do Amazonas. O evento, organizado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), focou na discussão dos prognósticos hidrológicos para 2026 e no alinhamento de estratégias para lidar com a elevação dos níveis dos rios na região amazônica.
Prognóstico e Plano de Contingência
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) divulgou a previsão de que a cota máxima do rio Negro em 2026 atingirá 28,20 metros. Essa estimativa é fundamental para o planejamento de ações de pronta resposta e para o dimensionamento da assistência às famílias em áreas de risco.
O secretário-executivo da Defesa Civil Municipal, coronel Lima Júnior, detalhou o plano de contingência do município. Ele destacou as ações operacionais e de assistência humanitária já em andamento em comunidades ribeirinhas e bairros da capital afetados pela cheia.
“Nós temos a informação de que a cheia pode chegar até 28,20 metros, não é uma cheia severa, mas o trabalho da Defesa Civil Municipal já está acontecendo. Nós temos dois bairros que recebem atenção reforçada, o São Jorge e o Educandos, temos pontes provisórias sendo construídas nessas áreas, além do monitoramento diuturno para possíveis intervenções em outras localidades, caso seja necessário”, afirmou o secretário.
Integração e Colaboração
O evento também promoveu a integração de informações climáticas e operacionais entre instituições parceiras. O pesquisador Renato Sena, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), apresentou análises e projeções climáticas, fornecendo subsídios técnicos essenciais para a tomada de decisões dos órgãos públicos.
Representantes da Defesa Civil do Estado do Amazonas também participaram, apresentando o panorama estadual das ações de mitigação e suporte aos municípios impactados pela enchente.
Com informações da Prefeitura de Manaus








