
O prefeito de Manaus, David Almeida, conduziu nesta segunda-feira (9/2) uma audiência pública crucial para a elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) da cidade. A iniciativa, coordenada pela Controladoria-Geral do Município (CGM), visa consolidar em um único instrumento as políticas de água, esgoto, drenagem urbana e destinação correta de resíduos sólidos, posicionando Manaus como referência nacional na área.
Um plano integrado para a qualidade de vida
David Almeida destacou que o PMSB representa uma mudança estrutural para a cidade, abordando desafios históricos. “As políticas públicas que venham melhorar a qualidade de vida da população da cidade de Manaus”, afirmou. O prefeito ressaltou o modelo “4 em 1” do plano, que abrange água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos. Ele também mencionou o futuro aterro sanitário, que seguirá as normas do Conama, e a decisão do Tribunal de Justiça sobre a destinação correta de resíduos.
Avanços na universalização da água e impacto na saúde
O chefe do Executivo municipal relembrou ações já implementadas, como a universalização do abastecimento de água, que teve impacto direto na saúde pública, com a queda nos índices de dengue. Medidas como a tarifa social e a tarifa 10, que oferece até 15 mil litros de água por R$ 10 para famílias de baixa renda, foram citadas como exemplos de avanço social e sanitário.
Drenagem, resíduos da construção e projeção nacional
Manaus também avança na drenagem urbana e na gestão de resíduos da construção civil, com a busca por um local específico para destinação e a implantação de um ecoponto no bairro Educandos. “Com esse plano municipal, Manaus dará um grande passo e será referência para o Norte e para o Brasil”, declarou Almeida.
Pioneirismo e colaboração na elaboração do PMSB
O controlador-geral do Município, Alessandro Moreira, enfatizou o caráter pioneiro da iniciativa, sendo Manaus uma das primeiras grandes cidades do Brasil a elaborar um plano municipal de saneamento básico completo e integrado. A construção do PMSB conta com a colaboração de especialistas nacionais e internacionais, além da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
Investimentos e benefícios socioeconômicos
Moreira destacou que o plano prevê investimentos que ultrapassam R$ 5 bilhões, com um impacto econômico e social significativo, especialmente na evolução do tratamento de esgoto. A liderança do prefeito foi apontada como fundamental para o avanço do processo.
Fiscalização e participação popular
O diretor-presidente da Ageman, Elson Andrade, ressaltou o papel da agência na fiscalização dos serviços de água, esgoto e resíduos sólidos, garantindo a qualidade da prestação dos serviços. Mara Santos, representando a sociedade civil, enfatizou a importância da participação popular na construção do plano, considerando-o um marco histórico para Manaus.
A audiência pública integra o processo de elaboração do PMSB, que conta com a participação de diversas instituições e especialistas. A Prefeitura de Manaus reforça o compromisso com a transparência e a participação social, garantindo que as contribuições da população subsidiem as decisões finais do plano.
Com informações da assessoria







