
A Prefeitura de Manaus, por meio da Unidade Básica de Saúde Rural (UBSR) Nossa Senhora do Livramento, realizou nesta terça-feira (10/2) a 15ª edição do bloco de Carnaval “Sorriso do Livramento”. O evento, que visa promover a saúde, prevenir doenças e incentivar hábitos de vida saudáveis, reuniu servidores da UBSR, alunos da escola municipal São José I e moradores da comunidade Nossa Senhora do Livramento, situada na margem esquerda do Baixo Rio Negro.
A passeata carnavalesca percorreu as ruas da comunidade, dividida em cinco alas temáticas: saúde bucal; combate às arboviroses e malária; meio ambiente e cultura; saúde e educação; e comunitários, com foco em idosos. A iniciativa marca anualmente a abertura das atividades do Programa Saúde na Escola (PSE) para os estudantes.
“A programação é realizada anualmente para marcar a abertura oficial das atividades do Programa Saúde na Escola (PSE) no decorrer do ano, junto aos estudantes. O bloco na verdade é como se fosse o resultado de tudo que os profissionais de saúde fazem durante o ano na escola, com as ações de prevenção de agravos e promoção da saúde”, explicou Elves Guedes, cirurgião dentista da UBSR e coordenador do evento.
A novidade deste ano foi a inclusão de uma ala dedicada ao envelhecimento ativo e à troca de saberes intergeracionais, promovendo o aprendizado dos jovens sobre o processo de envelhecimento e a importância do cuidado com o meio ambiente para a saúde coletiva.
A UBSR Nossa Senhora do Livramento, em parceria com a escola municipal São José I, desenvolve ao longo do ano diversas atividades do PSE, como escovação supervisionada, aplicação de flúor, exames diversos, vacinação e palestras sobre prevenção ao uso de álcool e drogas.
Em Manaus, 350 escolas aderiram ao PSE para o período de 2025-2026. No território rural da capital, 29 escolas estão vinculadas ao programa, atendendo 3.207 estudantes, predominantemente do Ensino Fundamental.
Rubens dos Santos, diretor do Distrito de Saúde (Disa) Rural, ressaltou que o PSE é uma estratégia fundamental para reduzir riscos à saúde e melhorar a qualidade de vida na zona rural, considerando as dificuldades de acesso e as condições climáticas e ambientais da região.
Com informações da assessoria







