
O ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou a prisão do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam. A decisão, divulgada nesta terça-feira (3), reverte uma medida anterior que permitia ao artista responder em liberdade.
Em setembro do ano passado, Oruam foi autorizado a deixar a prisão, mas com o uso de uma tornozeleira eletrônica. No entanto, o monitoramento registrou 28 interrupções de sinal em um período de 43 dias, entre setembro e novembro de 2023.
O rapper é investigado pela polícia do Rio de Janeiro por diversos crimes, incluindo associação e tráfico de drogas, além de resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal, conforme informação divulgada pelo tribunal.
Investigações apontam para interferência em ação policial
De acordo com as apurações, Oruam e outros indivíduos teriam tentado impedir a Polícia do Rio de cumprir um mandado de busca e apreensão. A ação visava um adolescente suspeito de atuar como segurança de chefes da facção criminosa Comando Vermelho.
Oruam é filho de Mário dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, um conhecido traficante que cumpre pena em uma penitenciária federal.
Com informações da assessoria







