
Aos 8 anos, Maria Angellyna Amorim, estudante do terceiro ano do ensino fundamental, emocionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Educação, Camilo Santana, ao relatar que um “mundo mágico” se abriu para ela e seus colegas após serem alfabetizados. A declaração ocorreu em um evento em Brasília, no dia 23 de março de 2026, onde a menina leu uma carta escrita por ela.
Alfabetização como porta para novos mundos
“Agora conseguimos ler livros e escrever diferentes tipos de textos, como histórias, bilhetes e poemas”, disse Maria Angellyna, orgulhosa da sua escola, São Vicente Ferrer, que recebeu o selo nacional Compromisso com a Educação. A menina destacou que a leitura permite “viajar para outros mundos”, sonhar e aprender coisas novas.
O Brasil atingiu a marca de 66% das crianças alfabetizadas na idade certa, conforme anunciado pelo presidente Lula e pelo ministro Camilo Santana.
O sonho de ser professora
A professora alfabetizadora Maria Alice Alves, de Domingos Mourão (PI), compartilhou sua perspectiva sobre a importância da profissão. “Entro em sala de aula carregando sonhos. Não apenas os meus, mas o de cada criança que senta diante de mim com um lápis na mão e um mundo inteiro por descobrir”, afirmou.
Para a docente, alfabetizar é “abrir caminhos, construir sonhos e criar possibilidades”. Ela ressaltou que a educação transforma vidas e que o compromisso com a alfabetização coloca o país no rumo certo. Domingos Mourão já alcança mais de 80% de crianças alfabetizadas, meta que o Brasil busca atingir até 2030.
União e cooperação para a mudança
Katia Schweickardt, secretária de educação básica do Ministério da Educação, reforçou a ideia de que a transformação educacional acontece “no chão da escola”. Ela enfatizou a necessidade de cooperação entre União, estados e municípios para garantir que o local de nascimento de uma criança não determine seu acesso à educação.
Com informações da Agência Brasil







