
A taxa de desemprego no Brasil registrou 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, indicando estabilidade nos indicadores de ocupação, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Rendimento recorde impulsiona economia
O rendimento real habitual de todos os trabalhos alcançou R$ 3.652 no período. Este valor representa um aumento de 2,8% em relação ao trimestre anterior e de 5,4% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, configurando o maior patamar já registrado na série histórica.
A massa de rendimento real habitual também atingiu um recorde, totalizando R$ 370,3 bilhões. Este montante apresentou crescimento de 2,9% no trimestre, o que equivale a um acréscimo de R$ 10,5 bilhões, e de 7,3% no ano, totalizando R$ 25,1 bilhões a mais.
Estabilidade na ocupação apesar de sazonalidade
Adriana Beriguy, coordenadora de pesquisa domiciliares do IBGE, avaliou que os resultados do trimestre encerrado em janeiro de 2026 refletem, em grande parte, a estabilidade na ocupação.
“Embora a entrada do mês de janeiro tente a reduzir o contingente de trabalhadores, muitas vezes devido à dispensa de temporários, os efeitos favoráveis de novembro e dezembro reduziram o impacto desse movimento sazonal”, explicou Beriguy em nota oficial divulgada pelo IBGE.
Com informações da Agência Brasil







