
Representantes da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e da Advocacia Geral da União (AGU) se reuniram nesta segunda-feira (15) com as prefeitas de Cordeirópolis, Cristina Saad, e de Limeira, Murilo Félix, para discutir uma solução definitiva para a controversa Ponte do Esqueleto. A pauta principal foi a possibilidade de demolição da estrutura, que pertence à União.
Defesa da demolição
As prefeituras de Cordeirópolis e Limeira defenderam enfaticamente a demolição da Ponte do Esqueleto. Segundo publicação da prefeita Cristina Saad em suas redes sociais, a medida deve ser tomada de forma imediata. O prefeito Murilo Félix ressaltou que a área apresenta riscos conhecidos há muitos anos e, mesmo interditada, a construção continuava atraindo pessoas.
“A implosão da estrutura será uma solução definitiva para evitar novos incidentes e garantir a segurança da população”, afirmou Félix. O prefeito também solicitou à Polícia Federal uma investigação sobre a divulgação de atividades futuras no local pelas redes sociais.
Medidas de contenção
Até que uma solução definitiva seja implementada, o governo federal e as prefeituras acordaram em ações conjuntas para restringir o acesso à ponte. Entre as medidas estão a instalação de placas de advertência, o bloqueio de acessos com barreiras físicas e a reabertura de valetas.
A prefeitura de Limeira informou que uma vala previamente aberta para impedir o acesso ao local havia sido fechada posteriormente, sem o conhecimento de sua administração. O acesso à ponte é considerado crime, pois não se trata de uma área de acesso público permitido.
Com informações da Agência Brasil








