
A Polícia Civil de São Paulo indiciou os proprietários da academia C4 Gym onde uma professora morreu e seu marido foi gravemente intoxicado após inalar vapores de cloro. O incidente ocorreu no último sábado (7), na unidade da zona leste da capital paulista.
Segundo as investigações, um funcionário da academia preparou uma solução de cloro para ser utilizada na piscina. Embora o produto não tenha sido descartado diretamente na água, o preparo foi deixado próximo a frequentadores, que acabaram inalando os vapores químicos.
A professora Juliana, que usava a piscina no momento da intoxicação, começou a passar mal rapidamente, apresentando dificuldades respiratórias. Ela foi socorrida e levada a um hospital, mas não resistiu e sofreu uma parada cardíaca, vindo a óbito. Seu marido também foi afetado pela intoxicação e permanece internado em estado grave.
Outras vítimas e irregularidades
Além do casal, outras seis pessoas apresentaram suspeita de intoxicação. A polícia aponta que o funcionário responsável pelo preparo do cloro não é um piscineiro qualificado e que a academia não possuía alvará de funcionamento.
As investigações seguem em andamento. O Ministério Público de São Paulo também apura se as demais unidades da rede C4 Gym estão em conformidade com a legislação.
Com informações da Agência Brasil







