
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) autorizou a Colônia de Pescadores Z-32, de Maraã, a realizar a pesca manejada de 15 mil larvas e alevinos de aruanã branco (Osteoglossum bicirrhosum). A operação, destinada à cadeia de peixes ornamentais, ocorre na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (RDS Mamirauá) e visa fortalecer a economia local.
Pesca sustentável em áreas específicas
A pesca será realizada nos lagos Preto, Tigre e Itaúba, dentro da RDS Mamirauá. A ação conta com o acompanhamento técnico de analistas ambientais do Ipaam e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, garantindo o cumprimento das normas e a conservação da espécie.
Fortalecimento econômico e conservação
Segundo o diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, a autorização busca consolidar práticas de pesca sustentáveis. “O objetivo é que os pescadores possam trabalhar de forma legal e responsável, preservando as espécies e os recursos naturais do Amazonas”, afirmou.
Parceria de longa data
A analista de pesquisa do Instituto Mamirauá, Brenda Meireles, destacou que o projeto é resultado de mais de 15 anos de pesquisa. Desde 2024, o Instituto Mamirauá presta assessoria técnica à colônia de pescadores, consolidando o trabalho conjunto para viabilizar a pesca manejada de larvas de aruanã.
Condicionantes da autorização
A autorização estabelece o limite máximo de 15 mil larvas e alevinos, a coleta restrita aos lagos especificados e o acompanhamento técnico contínuo. O registro das capturas e o cumprimento do plano de manejo e das normas ambientais são obrigatórios.
Com informações da Agência Amazonas







