
A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) está implementando o Calendário Prática Segura, uma iniciativa desenvolvida pelos núcleos do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) São Raimundo. O objetivo é aprimorar a assistência e intensificar as notificações compulsórias de doenças, alinhando-se às ações do mês dedicado à Segurança do Paciente.
Inovação para a qualificação assistencial
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, ressaltou o potencial da ferramenta para incentivar a inovação nos serviços de saúde. “Trata-se de uma ferramenta que contribui para a organização do processo de trabalho e que possui potencial de replicação em outras unidades e serviços de saúde”, afirmou.
Integração entre assistência e vigilância
Evelyn Campelo, diretora de Vigilância Hospitalar e Qualidade da FVS-RCP, destacou que a estratégia fortalece a integração entre assistência e vigilância. “Ao organizar o fluxo de notificações e padronizar processos, conseguimos dar mais agilidade e segurança às equipes, além de garantir maior qualidade dos dados”, explicou.
Padronização e agilidade no atendimento
Fabiana Bianchet, responsável pela Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Reveh) da FVS-RCP, enfatizou que o instrumento padroniza fluxos, o que impacta diretamente no planejamento e na proteção do paciente. Jesyane Bezerra, enfermeira coordenadora do NVEH do SPA São Raimundo, apontou a adesão das equipes e os ganhos na rotina assistencial, com “decisões mais seguras e melhor organização dos fluxos no dia a dia dos serviços”.
Como funciona o Calendário Prática Segura
O calendário é um material de mesa distribuído nos consultórios e setores, contendo informações sobre doenças de notificação compulsória (imediatas e semanais) e fluxos internos mensais. Ele orienta desde a identificação de casos até o manejo e monitoramento, como no caso da tuberculose.
Acesso rápido a informações essenciais
A ferramenta inclui códigos QR-Code que direcionam os profissionais diretamente para fichas de notificação, solicitação de exames, guias e termos necessários. A estratégia abrange fluxos para tuberculose, leptospirose, meningite, malária, doenças exantemáticas, sarampo e rubéola.
Com informações da Agência Amazonas








