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quinta-feira, 2 de julho de 2026
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Centros de Convivência da Família da Seas terão programação intensa em julho com foco no ECA e festas julinas

Os Centros Estaduais de Convivência da Família (CECFs) e do Idoso (Ceci), vinculados à Secretaria de Estado de Assistência Social e Combate à Fome (Seas), iniciam em julho uma programação diversificada. As atividades celebram os 36 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), comemorado em 13 de julho, além de outras datas importantes do mês.

ECA e Direitos Infanto-juvenis em Destaque

A programação visa conscientizar a sociedade sobre a importância do ECA, legislação que instituiu normas de proteção integral aos direitos de crianças e adolescentes no Brasil desde 1990. Serão realizadas palestras sobre direitos infantojuvenis, prevenção de violações e o papel das redes de proteção.

Oficinas, rodas de conversa e apresentações de vídeos educativos também fazem parte das ações. O objetivo é estimular a reflexão e o diálogo, promovendo a troca de conhecimento para o desenvolvimento pleno do público infanto-juvenil.

Outras Comemorações e Atividades

Além das celebrações relacionadas ao ECA, os centros abordarão temas como o Julho Amarelo (luta contra as hepatites virais), o Dia do Amigo (20 de julho) e o Dia dos Avós (26 de julho). A programação também inclui ações alusivas ao Dia Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, celebrado em 30 de julho.

Festas Julinas e Envolvimento Comunitário

Em clima de arraial, os Centros de Convivência realizarão festas julinas ao longo do mês. As festividades contarão com quadrilhas, comidas típicas e serão abertas ao público frequentador e à comunidade local. A iniciativa coincide com o período de férias escolares, ampliando a participação de crianças e adolescentes.

Rita Abecassis, coordenadora dos Centros de Convivência, ressalta a importância dessas ações para o fortalecimento das atividades dos centros e para o desenvolvimento comunitário. “O ECA tem um papel importante nessa programação, por se tratar de uma diretriz legal, haja vista, que o Estatuto é vivido no cotidiano das ações, nas relações construídas e nos espaços de acolhimento”, afirmou.

Com informações da Agência Amazonas