
O Governo do Amazonas deu um forte impulso à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no início de 2026, com o lançamento de 15 novos editais pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam). Ao todo, os investimentos ultrapassam R$ 81 milhões, configurando o maior volume já destinado à área na história do estado.
As novas oportunidades incluem cinco editais inéditos, além da reedição de programas consolidados e dos principais projetos da Fapeam. O objetivo é fomentar a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e a formação de profissionais qualificados em diversas áreas.
Essas iniciativas reforçam o compromisso do governo em posicionar a CT&I como prioridade estratégica para o desenvolvimento econômico e socioambiental do Amazonas, conforme informação divulgada pela Fapeam.
Investimento para o futuro da Amazônia
Os editais contemplam um leque variado de ações, desde o fomento à formação de recursos humanos e ao desenvolvimento de pesquisas para o setor primário, até projetos de pesquisa básica e aplicada.
Também são contempladas ações de popularização da ciência, manutenção de equipamentos laboratoriais, coleções biológicas e museus. O investimento se estende ao desenvolvimento de tecnologias sociais, bioeconomia, desenvolvimento sustentável, apoio a startups e à inovação em ecoturismo em comunidades do interior.
A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales Mendes Silva, destacou a importância da ciência como força transformadora para a Amazônia e para a busca de soluções aos desafios regionais.
Foco em áreas estratégicas
Para a formação de recursos humanos, foram destinados mais de R$ 55 milhões, com programas como o Apoio à Pós-Graduação Strictu Sensu (Posgrad) e o Ciência na Escola (PCE).
Na área de popularização da ciência, quase R$ 5 milhões serão investidos em programas como o Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos (Parev 2026).
Cinco editais inéditos somam R$ 7 milhões, incluindo iniciativas voltadas à inovação em ecoturismo, qualidade de vida, startups e tecnologias sociais de baixo custo. Há também uma parceria com a Fapesp para pesquisas em bioeconomia e desenvolvimento sustentável.
Novas edições de programas consolidados, como o Apoio à Manutenção de Equipamentos (Pameq) e o Apoio a Coleções Biológicas e Museus, também foram lançadas.
Com informações da assessoria







