
O corpo da policial militar baleada apresenta marcas no pescoço, indicando uma possível agressão antes do disparo fatal. A informação foi divulgada pelo advogado da família, que contesta a versão de suicídio e aponta para um possível feminicídio.
Segundo o advogado, o fato de Geraldo Leite, companheiro da vítima, ter tomado banho após a ocorrência levanta suspeitas. Socorristas que chegaram ao local também teriam expressado estranhamento com a cena, considerando a possibilidade de algo diferente de suicídio. Uma fotografia da vítima com a arma na mão, acostada aos autos, reforça essa tese, pois seria incomum em casos de autoextermínio.
O advogado explicou que a arma, uma pistola ponto 40, estaria “grudada na mão” da vítima. Ele argumenta que, caso uma mulher com mãos pequenas realize um disparo, ela perderia os sentidos e a arma não permaneceria presa à sua mão.
Outro ponto levantado é a presença de três policiais femininas no apartamento do casal para realizar uma limpeza horas após o incidente. Elas já prestaram depoimento e confirmaram a ação, o que também causa estranheza para a investigação.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que as investigações estão a cargo do 8º DP e que a autoridade policial aguarda os laudos da reconstituição e da exumação do corpo da vítima. Detalhes do caso serão mantidos em sigilo judicial.
Com informações da Agência Brasil







