
A Caixa Econômica Federal realiza nesta quarta-feira (18) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com os adicionais, o valor médio pago às famílias sobe para R$ 690,01. Neste mês, o programa do Governo Federal atenderá 18,84 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 13 bilhões.
Adicionais e calendário do Bolsa Família
Além do valor base, o Bolsa Família contempla adicionais que aumentam o montante recebido pelas famílias. O pagamento segue o calendário tradicional, ocorrendo nos últimos dez dias úteis de cada mês. Devido ao carnaval, os depósitos para NIS de final 1 e 2 foram antecipados para a primeira semana de fevereiro, sendo retomados nesta quarta-feira.
Os beneficiários podem verificar detalhes sobre as datas de pagamento, valores e composição das parcelas através do aplicativo Caixa Tem, que também é utilizado para gerenciar as contas poupança digitais.
Pagamento unificado para cidades em calamidade
Em 171 cidades de oito estados, o pagamento do Bolsa Família foi unificado e liberado na última quinta-feira (12), independentemente do NIS. Essa medida emergencial beneficiou 122 municípios do Rio Grande do Norte afetados pela seca, além de cidades na Bahia (14), Paraná (12), Sergipe (11), Roraima (6), Amazonas (3), Piauí (2) e Santa Catarina (1). As localidades foram escolhidas por terem sido impactadas por chuvas, estiagens ou por abrigarem povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista completa dos municípios com pagamento antecipado está disponível no site do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Mudanças recentes no programa
Desde 2024, o desconto do Seguro Defeso foi extinto para os beneficiários do Bolsa Família. Essa alteração, estabelecida pela Lei 14.601/2023, que reintroduziu o Programa Bolsa Família (PBF), removeu a dedução anteriormente aplicada a pescadores artesanais que ficam impossibilitados de trabalhar durante o período da piracema.
Regra de proteção: o que mudou?
Em fevereiro, aproximadamente 2,51 milhões de famílias se enquadram na regra de proteção. Essa política permite que famílias que conseguem melhorar a renda de seus membros recebam 50% do benefício por até dois anos, desde que a renda por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo. No entanto, para novas adesões a partir de junho de 2025, o tempo de permanência nessa regra será reduzido para um ano.
Com informações da Agência Brasil







