
O governo do estado de São Paulo confirmou nesta quarta-feira (4) a 12ª morte por intoxicação com metanol. A vítima é um homem de 26 anos, residente em Mauá, na região metropolitana. O estado contabiliza agora 52 casos confirmados da substância tóxica em bebidas alcoólicas.
O que você precisa saber:
- São Paulo é o estado mais afetado, com 12 mortes confirmadas por intoxicação por metanol.
- Ao todo, são 52 casos confirmados de intoxicação pela substância no estado.
- O país já soma 17 óbitos associados ao consumo de bebidas alcoólicas contaminadas com metanol.
Distribuição dos óbitos e casos em investigação
As 12 mortes confirmadas em São Paulo estão distribuídas em diversas cidades: São Paulo (4), São Bernardo do Campo (2), Osasco (3), Jundiaí (1), Sorocaba (1) e Mauá (1). A Secretaria de Saúde também informou que quatro óbitos estão sob investigação: um em Guariba, um em São José dos Campos e dois em Cajamar.
Combate a bebidas adulteradas
A comercialização de bebidas alcoólicas de origem duvidosa, muitas vezes contendo metanol, tem sido um problema recorrente. O Ministério da Saúde estabeleceu uma sala de situação para monitorar a crise, e operações policiais têm sido realizadas para apreender produtos adulterados e prender os responsáveis pela adulteração.
Impacto nacional e alerta contínuo
Com a nova morte em São Paulo, o Brasil atinge 17 óbitos em decorrência do consumo de bebidas contaminadas com metanol. O estado paulista lidera o número de casos e mortes, reforçando a necessidade de vigilância por parte dos consumidores e a intensificação das ações de fiscalização e controle.
Por que isso é importante?
A disseminação de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol representa um grave risco à saúde pública. O metanol é uma substância altamente tóxica que, mesmo em pequenas quantidades, pode causar cegueira, danos neurológicos irreversíveis e levar à morte. A situação em São Paulo e em outras regiões do país exige atenção redobrada dos consumidores, que devem buscar informações sobre a procedência das bebidas e, na dúvida, evitar o consumo. As autoridades precisam intensificar a fiscalização para coibir a produção e venda desses produtos perigosos, protegendo a população de um mal que pode ser fatal e que afeta diretamente a segurança e o bem-estar dos cidadãos.
Com informações da Agência Brasil e análise editorial do Portal Voz do Amazonas.







