
Uma organização tem se dedicado a criar espaços de convivência alternativos, com o objetivo de afastar as pessoas da influência das grandes empresas de tecnologia. A iniciativa busca promover interações que não sejam mediadas pelas plataformas dominantes.
A proposta de uma internet mais livre
Segundo Henrique Sampaio, a meta é “levar as pessoas para fora das telas e criar uma comunidade que não seja mediada pelas empresas de tecnologia”. A estratégia adotada envolve a articulação de indivíduos com diferentes experiências e o uso de plataformas de código aberto.
Transparência como diferencial
O jornalista destaca que essas plataformas oferecem um nível de transparência que as redes sociais mais populares não possuem. Ele ressalta o poder das big techs em atrair usuários para seus produtos, descrevendo-o como “viciante”.
Um convite à reflexão
“Quando a gente propõe algo que foge a essa lógica, as pessoas lembram que existe uma internet mais livre”, afirma Sampaio. A iniciativa convida à reflexão sobre os modelos de interação online predominantes.
Para conferir a entrevista completa, acesse o site da Rádio Nacional.
Com informações da Agência Brasil








