
A Prefeitura de Manaus, através da Secretaria Municipal de Educação (Semed), enviou um novo carregamento de 330 toneladas de materiais de construção para a zona ribeirinha. O objetivo é finalizar a substituição das escolas municipais Luiz Alberto Castelo, na comunidade Caramuri, e São Jorge, no Lago Arumã, que atualmente funcionam em estruturas de madeira ou mistas.
Obras avançam na zona ribeirinha
Os materiais incluem tijolos, telhas termoacústicas, forro, seixo, areia, massa e tintas. Eles serão utilizados na cobertura e no acabamento das unidades, que já atingiram cerca de 80% de execução. As novas escolas serão de alvenaria e contarão com quatro salas de aula climatizadas, biblioteca, sala de recursos, sala de professores, banheiros adequados e internet.
Esta iniciativa faz parte de um investimento maior que visa transformar as últimas nove escolas de madeira na zona ribeirinha em prédios de alvenaria. A ação também expandiu o atendimento na zona rural, saltando de 8,5 mil estudantes em 2021 para mais de 12 mil atualmente.
Logística desafiadora e impacto social
A operação logística para levar os materiais às comunidades ribeirinhas exige um percurso fluvial de 15 a 18 horas. O embarque foi acompanhado pelo secretário de Educação, Arone Bentes, e subsecretários da pasta.
“Esse é o esforço da administração municipal para que a gente elimine as escolas de madeira e proporcione prédios de alvenaria com maior conforto para as nossas crianças”, destacou Arone Bentes. Ele ressaltou que, com o aporte tecnológico e a internet, as escolas se tornam centros de integração comunitária.
Ações contínuas para erradicar escolas de madeira
Esta remessa soma-se a outras duas realizadas em março e maio deste ano, totalizando 980 toneladas de materiais já enviados. Com o novo carregamento, a gestão municipal alcança 1.310 toneladas de itens para a conclusão das escolas de alvenaria na zona ribeirinha.
Com informações da Prefeitura de Manaus








