
Em um intervalo de cinco dias, o Rio de Janeiro registrou a morte de dois subtenentes da Polícia Militar, ambos alvejados com tiros de fuzil na cabeça. O caso mais recente ocorreu na quinta-feira (28), com o subtenente André Luiz Cardoso Eccard, lotado no Grupo de Ações Táticas (GAT) do Batalhão de Jacarepaguá. Ele foi atingido durante patrulhamento na comunidade da Covanca, zona sudoeste do Rio.
De acordo com as informações, dois homens em uma motocicleta dispararam contra a equipe policial. Além do subtenente Eccard, que não resistiu aos ferimentos, outros dois policiais foram atingidos na cabeça e um terceiro sofreu ferimentos nas costas. Os militares, que atuavam no serviço reservado, estavam em um carro descaracterizado quando foram atacados.
O subtenente Eccard, de 49 anos, ingressou na corporação em 2000. A morte dele se soma à de outro PM ocorrida na semana anterior, elevando a preocupação com a violência contra agentes de segurança no estado.
Estatísticas alarmantes de violência contra agentes
Os dados do Instituto Fogo Cruzado revelam um cenário preocupante. Somente em 2026, até o momento da publicação da notícia, 51 agentes de segurança foram baleados na região do Grande Rio. Deste total, 22 morreram e 29 ficaram feridos.
Especificamente em relação aos policiais militares, 18 morreram. O subtenente Eccard foi o 18º policial militar a falecer em decorrência de ações violentas desde o início do ano, enquanto 23 policiais militares sobreviveram a ataques.
Com informações da Agência Brasil








